Paulinho: as metas pessoais, a Seleção e a estreia na Liga dos Campeões

Paulinho: as metas pessoais, a Seleção e a estreia na Liga dos Campeões

No início de fevereiro, o Sporting pagou ao Sp. Braga 16 milhões de euros por 70 por cento do passe de Paulinho.

O avançado internacional português protagonizou a aquisição mais cara da história dos leões, terminou a época com três golos em 14 jogos pela equipa de Alvalade, registo aquém do que ostentara do atingido no antigo clube, mas apontou aquele que foi o golo do título, na receção ao Boavista a 11 de maio.

Para esta temporada, Paulinho só deixa uma garantia: «Quero ser melhor todos os dias e é para isso que eu vou trabalhar. (…) Não existe meta nenhuma [de golos]. Do meu ponto de vista, criar metas não é nada positivo. Por vezes estabelecemos um limite e conseguimos ou não ultrapassá-lo. (…) Mais importante do que ser a minha temporada, é ser a temporada do Sporting. Eu estou aqui para ajudar: sou um. Nós somos um puzzle e eu sou uma peça desse puzzle. Mas claro que quero fazer uma grande temporada», frisou o avançado de 28 anos.

Paulinho, que ficou de fora das opções de Fernando Santos para o Euro 2020, comentou a meta do Mundial 2022, que será jogado no final do próximo ano. «ir à Seleção é uma consequência do nosso trabalho, do que fazemos no clube. Tenho de me focar no clube, fazer um bom trabalho aqui e, depois, é o selecionador que vai decidir.»

O jogador dos leões, que falava aos jornalistas antes de um treino do Sporting na academia de Alcochete, projetou ainda a participação do clube na Liga dos Campeões e o arranque de temporada no Sporting, a 31 de julho na Supertaça frente à ex-equipa.

«O Sp. Braga vai ser sempre um clube especial para mim. Tenho lá pessoas que ficaram amigas para a vida e foi um clube que me deu a oportunidade de representar o meu país, de jogar nas competições europeias e, acima de tudo, deu-me a oportunidade de me valorizar para hoje estar no Sporting. O Sporting vai jogar para ganhar: é uma final e temos de jogá-la para ganhar. Liga dos Campeões? É a maior competição do mundo de clubes e qualquer jogador tem de estar orgulhoso por jogá-la», sustentou, abordando de seguida o facto de muitos jogadores do plantel irem estrear-se nesta prova. «Acho que não há ansiedade. Depois de tantos anos no futebol, acabamos por perceber que é só um jogo. No dia será especial, mas conseguimos abstrair-nos desse tipo de pressão», concluiu.

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