Jorge Jesus com a casa arrumada

Jorge Jesus com a casa arrumada

O último dia de mercado não trouxe reforços de última hora ao Benfica, mas permitiu às águias resolver vários processos pendentes e arrumar a casa para 2021/2022. Ontem, os encarnados oficializaram várias saídas. Florentino foi apresentado no Getafe, o mesmo com Carlos Vinícius no PSV. Para o brasileiro de 26 anos é o adeus aos encarnados, com dois anos de empréstimo aos neerlandeses e compra obrigatória.


As águias explicaram os contornos do negócio à Comissão de Mercados de Valores Mobiliários (CMVM). €2,5 milhões de taxa de empréstimo, €10 milhões pagos mediante concretização de objetivos e 50 por cento do valor numa futura transferência. A SAD assume 237 mil euros de comissão, que acresce mais 950 mil euros quando o PSV pagar os €10 milhões. O Celtic mostrou Jota, o mesmo com o Basileia e Tomás Tavares. E ainda resolveu o problema de Andreas Samaris.


Contas feitas, o Benfica investiu perto de €26 milhões, a maior fatia para os €17 milhões pagos por Roman Yaremchuk. Empréstimos de Radonjic e Valentino Lazaro, aquisições a custo zero de João Mário e Rodrigo Pinho. Sem esquecer Meité e Gil Dias.


Nas saídas, a SAD fez mais de €60 milhões de encaixe, as maiores fatias para Pedrinho (Shakhtar repôs o que o Benfica pagou ao Corinthians), Carlos Vinícius e Waldschmidt, aqui abaixo dos €15 milhões investidos ao Wolfsburgo. Os excedentários permitiram outros encaixes, como Franco Cervi, Nuno Tavares e Caio Lucas, três jogadores que não contavam para Jorge Jesus, e que valeram à SAD mais de €15 milhões.

 

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