«É o ano que mais me custou deixar jogadores na bancada e em casa»

«É o ano que mais me custou deixar jogadores na bancada e em casa»

Sérgio Conceição afirmou este sábado, na antevisão do encontro entre o FC Porto e o Famalicão, que «tem sido difícil e ao mesmo tempo gratificante» escolher um onze, tendo em conta a qualidade das opções que tem no plantel.

«Como treinador acho que há sempre ajustes a fazer e faz sempre falta mais alguém. Eles trabalham bem, trabalham muito forte para conquistar o seu espaço», disse o treinador portista.

«Devo confidenciar uma coisa: o jogo anterior foi, dos quatro anos em que estou aqui, o aquele em que me custou mais deixar alguns jogadores na bancada e outros em casa, porque são jogadores que já fizeram muitos jogos a titular. E isso diz bem dessa minha dor de cabeça», apontou Sérgio Conceição.

«Há posições em que temos várias soluções e soluções de grandíssima qualidade», frisou.

O técnico foi ainda questionado sobre a forma como olha para a formação. «Eu olho para o que é a competência. 18 [anos], 28, 38… negro, branco, amarelo, cor de rosa… para mim é exatamente igual. Cor de rosa nem tanto…», respondeu.

«Tenho jogadores de qualidade, tive a felicidade de encontrar aqui uma geração de jogadores vindos da formação, que eu fui acompanhando, e que tiveram prestações fantásticas nas competições que antecedem o futebol de alto nível, como a Youth League que ganhámos», acrescentou, frisando depois:

«Mas o jogador da primeira equipa do FC Porto tem de ter algo mais para conquistar um lugar num grupo como o nosso, com a exigência do nosso. E fico contente por termos dez jogadores da formação que adquiriram esse estatuto de poderem ser uma opção na primeira equipa.»

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